LGBTQIAP+ no empreendedorismo

 LGBTQIAP+ empreendedores: 39% enxergam pertencimento como oportunidade. 

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Estudo analisa trajetória profissional de empreendedores LGBTQIAP+ 

A Nhaí em parceria com a empresa de publicidade AlmapBBDO e a plataforma On the Go divulgaram estudo sobre a categoria de empreendedores da comunidade LGBT+.  

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Na segunda-feira, 11, evento sobre empreendedorismo reuniu mais de 500 pessoas no Hotel Unique, em São Paulo. Evento intitulado Contaí Summit trouxe aspectos variados sobre o assunto.  

A informalidade ainda persiste entre pessoas da comunidade, o levantamento aponta que 46% dos empreendedores não possuem CNPJ, e 92% não conseguiram angariar financiamentos de instituições públicas ou privadas, tais como Sebrae, Ongs ou bancos. A família e amigos somam 35% dos que forneceram apoio financeiro a quem tem um negócio.  

Subjetividade nos negócios 

Segundo a pesquisa, 39% afirmam acreditar que o pertencimento à comunidade LGBTQIAP+ ajudam nos negócios, seja como autoafirmação, construção de identidade ou resistência a uma visão normativa da vida.  

A dinâmica da presença desses temas na sociedade influencia objetivamente a realidade. Marcas engajadas e socialmente conscientes são responsáveis pela adesão à ideia de criar um negócio. Ainda segundo os dados levantados, 35% decidiram seguir seus sonhos por se inspirarem em marcas com esse comportamento. 56% se espelham em produtos, serviços e pessoas que chamam sua atenção.  

Analisando o mercado

A pesquisa ainda explora as áreas de mercado em que a comunidade atua. 32% escolheram trabalhar naquilo que gostam, enquanto 10% preferiram investir em nichos pouco explorados. 62% das pessoas que responderam acreditam que o estudo de tópicos pertinentes a suas áreas de atuação é fundamental.

 

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