Governo do Estado de São Paulo dará R$1 mil para autônomos que quiserem se formalizar

Recentemente, o governador João Doria lançou o programa inédito Bolsa Empreendedor, que investirá R$100 mil em bolsas para autônomos informais em estado de vulnerabilidade, como indígenas, mulheres, negros, jovens, pardos e deficientes físicos. Contudo, esses determinados grupos também receberão do governo capacitação necessária para ingressar formalmente no mercado. Os inscritos receberão R$1 mil em duas parcelas de R$500. Veja a seguir quais os detalhes do projeto.

Sobre o projeto Bolsa Empreendedor

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A Bolsa Empreendedor é uma operação baseada em três pilares. Em primeiro lugar, a assistência financeira é a primordial. Esse tipo de recurso permite que o empreendedor sinta-se apoiado e em constante progresso na sua iniciativa de começar um negócio. O segundo pilar é a qualificação, que possui um papel importante, por isso o Sebrae oferece os cursos para a qualificação e evita que os empresários iniciantes cometam erros. Por fim, o terceiro é a orientação, juntamente com o governo o Sebrae oferece trabalhos em conjunto para auxiliar essa categoria de empresários.

A iniciativa do governo

A iniciativa é liderada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, em colaboração com o Sebrae-SP e a Secretaria de Governo. Afinal, o principal objetivo é promover o desenvolvimento de novos negócios, estimular os pequenos negócios e libertar os autônomos da informalidade. Portanto, Bolsa Empreendedor deve beneficiar indiretamente ou diretamente cerca de 400 mil empresários.

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Segundo a Secretaria do Desenvolvimento Econômico, a crescente do empreendedorismo teve um impacto desproporcional nas mulheres, negros e jovens. E foi nessa perspectiva que resolveram lançar o projeto.

Governo do Estado de São Paulo dará R$1 mil para autônomos que quiserem se formalizar
Governo do Estado de São Paulo dará R$1 mil para autônomos que quiserem se formalizar

Como funciona a Bolsa Empreendedor

As bolsas custam R$1 mil e pagas em duas parcelas de R$500, como citamos acima do artigo. No entanto, para conseguir participar desse programa, os empresários precisam fazer um curso totalmente gratuito sobre empreendedorismo, disponibilizado pelo Empreenda Rápido, mas é necessário que os candidatos tenham no mínimo 80% de frequência no curso de capacitação.

Mas, lembre-se que todos os candidatos devem ter MEI ativo ou outra categoria jurídica. Portanto, o programa receberá inscrições de residentes, desempregados ou pessoas informais maiores de 18 anos, de 645 municípios de São Paulo, e pode também empresários, sócios ou administradores que não sejam pessoas jurídicas cadastradas no CNPJ.

Como será a distribuição de vagas?

Aqueles que se inscreverem formalmente em 2021 serão aceitos no programa. Quem cumprir os critérios pode inscrever-se no portal Bolsa do Povo entre os dias 10 a 19 de setembro.

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Todavia, serão 100 mil bolsas distribuídas para as regiões do estado de São Paulo, porém as vagas vão ser administradas pela quantidade de pessoas carentes cadastradas até janeiro desse ano no sistema do CadÚnico. Contudo, em questão a prioridades, os números de vagas serão disponibilizados conforme a região.

Sobre os cursos do Empreenda Rápido

Os cursos de capacitação do Empreenda Rápido serão ministrados pelo Sebrae-SP. Ou seja, a carga horaria será de 10 ou 20 horas, com aulas ministradas em formato online. Porém, a capacitação profissional será totalmente presencial, seguindo todas as normas de segurança para conter a Covid-19.

Agora, os tópicos das aulas ministradas serão sobre empreendedorismo, marketing, ideias de negócios, formalização e finanças. Os cursos serão disponibilizados com 70 mil vagas presenciais e 30 mil em formato online. Então, a primeira turma do curso começará no dia 27 de setembro.

De acordo com o Diretor Superintendente do Sebrae-SP, ajudar os desfavorecidos a começar os negócios é importante. Por isso, o Bolsa Empreendedor quer ajudar esses pequenos grupos a ganhar rendas e continuar no mercado para o futuro da economia. O principal objetivo é gerar inclusão desses grupos carentes no empreendedorismo.

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