Fim da quarentena está próximo? Entenda o processo para chegarmos lá!

Estamos esperançosos pelo fim dessa quarentena, especialmente as pessoas que estão seguindo todos os cuidados para evitar a disseminação do coronavírus e a recomendação “FIQUE EM CASA” a risca. Mas afinal, o término da quarentena tem previsão para acabar?

Especialistas relatam que ainda não há previsão exata para que a quarentena chegue ao fim , pois o vírus continua se proliferando mais e mais, por isso não dá para prever quanto tempo ainda precisaremos ficar em isolamento social, e continuar com todos os cuidados que a Organização Mundial da Saúde recomenda a população.

Nos próximos dias provavelmente teremos uma média sobre o controle do surto e se o crescimento dos casos confirmados de coronavírus está sendo controlado e diminuído.

Por isso ainda é bastante reforçado o decreto sobre a importância da permanência das pessoas em casa, afinal é a única forma de desacelerar a disseminação do vírus além de fazer com que reduzamos o quanto pudermos o contato uns com os outros. Contudo devemos manter a calma, pois caso não sigamos as recomendações provavelmente outras medidas mais fortes terão de ser tomadas.

Fim da quarentena está próximo? Entenda o processo para chegarmos lá!
Fim da quarentena está próximo? Entenda o processo para chegarmos lá!

Especialistas acreditam que o pico maior de contaminados pelo vírus será entre abril e maio. Se com os cuidados conseguirmos manter ou diminuir os casos e se o aumento for menor do que o previsto para esse mês, veremos que toda a  cautela e cuidados estarão surtindo bons efeitos e enfim estaremos no caminho certo para o fim dessa pandemia e consequentemente para o fim do isolamento.

Quando tudo irá se normalizar?

Estudos preveem de que teremos normalizado as coisas entre dois e três meses, se o isolamento for seguido corretamente pela população poderemos antecipar esse processo, tudo indica que realmente só depende da conscientização dos cidadãos para que a transmissão do vírus diminua consideravelmente para conseguirmos voltar a  rotina.

Entretanto boa parte da população ainda está desacreditando da gravidade do vírus, mesmo com o mundo todo sendo fortemente afetado com países totalmente paralisados, o crescimento dos números de contaminados e de mortalidade em vários países crescendo, eventos importantes sendo adiados e até cancelados, além da economia estar sendo abalada por todos os lados.

Portanto toda essa mobilização não é atoa, precisamos realmente ter consciência da situação que estamos enfrentando para o combate ao coronavírus.

Após essa previsão de dois a três meses de cuidados e isolamentos, especialistas também preveem que a circulação de pessoas será  normalizadas pouco a pouco, seguindo em quarentena as pessoas que ainda estiverem sintomáticas. Então a quarentena geral só deve acabar depois que o número de pessoas contaminadas diminuir consideravelmente.

Mesmo após todo esse surto do COVID-19, a previsão é de que ainda tenhamos casos e será uma questão de saúde publica pelo menos de um a dois anos, porém não com tamanha preocupação e poucos casos.

Depois disso os cuidados com o coronavírus, principalmente em questão higiênica irão permanecer e provavelmente se fixar na nossa rotina diariamente. O ideal é que os cuidados higiênicos atuais se tornem hábito.

Qual a dificuldade para acabar com o vírus?

Uma das dificuldades para o combate do vírus são os testes, segundo Tânia Vergara, presidente da Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro,  não é possível testar todos os casos suspeitos, se esta possibilidade existisse seria possível controlar e saber o quadro dos pacientes, além de possuir números exatos de assintomáticos e pouco sintomáticos.

A quarentena do Brasil muito provavelmente não precisará ser como foi na Itália, além do sistema de saúde ser muito diferente, assim como o crescimento demográfico de cada país, o Brasil está conseguindo manter o controle até o momento perante outros países.

Três meses de quarentena?

Segundo o infectologista e professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Bernardino Geraldo Alves Souto, a tomada de ações em São Paulo ainda está atrasada e quanto mais as providências demorarem a ser concretizadas, o crescimento da pandemia tende a crescer. Precisamos estar preparados para o pior cenário, pois estamos em uma situação imprevisível ainda.

Não podemos esperar o caos da pandemia chegar para a agir, as pessoas que não estão preocupadas e estão com ações individualistas acabam atrasando o processo da  diminuição do contágio do vírus e consequentemente atrasa o tempo de quarentena para todos.

Por isso é bom que as pessoas se preparem para a duração de três meses em casa, saindo o mínimo possível para casos de extrema importância realmente. Se conseguirmos sair dessa em menos de três meses melhor, se todos cooperar é realmente possível que isso aconteça.

Querendo ou não essa pandemia pode ser assemelhada como uma guerra, e ainda mais difícil de ser controlada, pois estamos lutando contra o que não podemos enxergar.

Rapidez na transmissão do coronavírus

A transmissão do COVID-19 é o grande problema, o número de infectados aumenta consideravelmente de um dia para outro. A taxa de transmissão é maior ainda por quem não apresenta sintomas, essas pessoas são responsáveis por dois terços das infecções.

Posteriormente é importante frisar que não é somente as pessoas que estão com sintomas que devem ficar em casa, as que não possuem sintomas também devem ter o cuidado para evitar ao máximo de contato físico ao sair de suas casas.

Afinal a contaminação acontece através de gotículas de saliva, espirros, tosses, contatos próximos de pessoas e superfícies contaminadas, o vírus pode ficar no ar por três horas ou em superfícies, objetos de plástico ou aço inoxidável por até três dias, por isso a importância do isolamento social, higiene das mãos e do ambiente é de extrema importância.

O vírus é muito forte e rápido e por isso invade o corpo humano imperceptível, principalmente em pessoas com a baixa imunidade, atingindo principalmente cidadãos acima de 60 anos de idade.

Não teremos suporte para atender todos os pacientes se acontecer de o número de infectados  aumentar, os casos ainda são pequenos comparados a outros países críticos, porém, não temos previsão de diminuição nos próximos dias e ainda que muitos estados tenham estendido suas quarentenas, especialmente São Paulo para 22 de abril, especialistas aconselham que continuemos tomando todos os cuidados necessários para conseguirmos combater o vírus o mais rápido possível e assim voltarmos a rotina desejada e necessária.

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