O artista, que une o pop de Bruno Mars às raízes da viola sertaneja, celebra o retorno da banda OPZ e sua nova missão social ao lado de grandes nomes do empresariado.
Por Redação — São Paulo
A trajetória de um artista raramente é uma linha reta, e no caso de Giu Mars, ela se assemelha mais a uma constelação de talentos. Cantor, músico, ator e empresário, o artista que hoje carrega o apelido de “The Astro Pop” construiu uma identidade sólida baseada na versatilidade e na capacidade de se reinventar.

A Gênese de um Nome: De Gilmar a Giu Mars
A mudança de nome não foi apenas estética, mas uma busca por identidade. “Eu achava Gilmar um pouco estranho”, confessa o cantor em um momento de introspecção. Inspirado pela admiração por Bruno Mars, ele adaptou seu nome de batismo para Giu Mars (escrito com ‘u’ e ‘Mars’ como o planeta), criando uma marca que hoje ressoa nos palcos de São Paulo.
Embora o título de “Astro Pop” possa soar audacioso para alguns, para Giu, é uma representação da sua essência eclética, que vai do pop internacional ao punk rock.
Raízes: Da Viola de Casa aos Palcos de Punk Rock
A música entrou na vida de Giu cedo. Aos 9 anos, ele já desafiava as próprias cordas vocais com “One Day in Your Life”, clássico de Michael Jackson. No entanto, a base técnica veio do seio familiar. Seu pai, entusiasta da moda de viola, apresentou-lhe o universo sertanejo de ícones como Milionário & José Rico.
- Início precoce: Aprendeu violão em casa aos 12 anos, observando o pai.
- Transição para o Rock: Após aulas de guitarra, mergulhou no punk rock, influenciado por bandas como Green Day e Blink-182.
- Ecletismo: Sua facilidade em transitar entre gêneros o levou a ser convidado para projetos diversos, desde seleções no programa Popstars (SBT) até bandas de micareta.

O Teatro e a Banda 8.0 (OPZ)
Antes de consolidar sua carreira musical atual, Giu dedicou cinco anos ao teatro, viajando por São Paulo com espetáculos de peso como “A Mulher sem Pecado” de Nelson Rodrigues e “Gota d’Água” de Chico Buarque. Essa experiência cênica foi o diferencial quando o baterista Fábio Marana o convidou para formar a Banda 8.0, também conhecida como OPZ.
A parceria rendeu o disco “Dois Mundos”, disponível no Spotify, que conta com o hit “Em Cena“. Após um hiato estratégico, a banda retornou com força total, apresentando-se em bares e eventos em São Paulo, sempre acompanhada pelo talento de seu sobrinho e parceiro de longa data, Christian Morais.

Rota da Inclusão: Música com Propósito Social
Atualmente, Giu Mars vive um momento de propósito elevado. Ele integra o projeto Rota da Inclusão, uma iniciativa que visa apoiar pessoas com necessidades especiais. Sob a liderança de empresários visionários como Alexandre Barbetta e Diogo Pernoca, Giu está gradualmente introduzindo a banda OPZ nesta caminhada solidária.
Sobre Alexandre Barbetta, a percepção é de que se trata de uma liderança que une a visão estratégica do mundo dos negócios à sensibilidade social. Ter a curadoria de Barbetta no projeto confere à “Rota da Inclusão” uma credibilidade que transcende o entretenimento, transformando a música em uma ferramenta de transformação real.
O Futuro do Astro Pop
Como empresário do ramo digital e artista, Giu Mars não para. Entre aulas de inglês para internacionalizar sua carreira e a preparação de novidades para a @bandaopz, ele mantém os pés no chão e os olhos nas estrelas.
“Cantor, empresário, músico e ator”, essa hierarquia de paixões é o que move o artista a continuar buscando o novo, provando que, seja no palco de um bar em São Paulo ou em um grande projeto de inclusão, sua voz continua sendo seu maior instrumento de conexão.
Serviço:
- Instagram: @bandaopz
- Spotify: Banda 8.0 – Álbum “Dois Mundos“







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